Como eu me inspiro


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Cartão postal s/crédito do fotógrafo
Cartão postal s/crédito do fotógrafo

Me inspiro com um olho no horizonte e o outro no espelhinho retrovisor. É mesmo vertigem imaginar o futuro digital. A inteligência artificial fazendo o trabalho repetitivo, chato, burocrático. E a gente só criando.

Mas também viajo no passado. Em tudo que não vivi. Ruas com carroças, bicas d’água na avenida Higienópolis, rio a céu aberto na Sumaré. Cada época com seu frenesi, ilusões e também realizações.

Futuro e passado como matérias-primas do texto no papel, do texto na tela. O olhar não tem certidão de nascimento. Nem respeita essa história de geração y, z, t. Houve e haverá sempre o espanto do sujeito observando o mundo.

Eu sou eu e todos os que vieram antes. Sou também todos que virão depois de mim.

Viaje também em Ruas que emplacam

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